Pular para o conteúdo principal

DEUS NÃO ESTÁ MORTO

 Para os cristãos essa afirmação é a base da sua fé. A crença na existência de um Deus todo poderoso que rege todo o universo. Para os estudiosos, é o ponto de partida para filosoficamente pensarmos sobre a nossa existência aqui na terra. Já para os ateus a afirmação se transforma em um questionamento sobre a fé cristã, partindo do pressuposto de que a Deus é uma grande invenção.
Deus não está morto (2014) é um titulo de um filme que conta a história de Josh (Shane Harper), um estudante de Filosofia, que tem sua fé desafiada pelo professor universitário Mr. Radisson (Kevin Sorbo).
Na sua primeira aula Mr. Radisson expõe de maneira convincente para seus alunos, através de pensamentos de vários filósofos, o ateísmo. Em seguida, exige que seus alunos  escrevam em um papel a frase “Deus está morto”. Essa é a primeira atividade.  Mostrando-se um professor altamente ditador, diz que quem não fizer o que ele pede, terá que sofrer a consequências.     
 Josh se nega a realizar a atividade e informa ao professor que ele não pode fazê-la, pois é cristão. O professor questiona o aluno que demonstra muita convicção nas sua crença religiosa. Em consequência, Mr. Radisson propõe que Josh apresente aos colegas o porquê dele acreditar que Deus não está morto. Isso ocorrerá durante três aulas de vinte minutos e o professor retirará 30% da nota final de sua matéria, se a palestra não for convincente. Josh aceita o desafio, e organiza várias frases de filósofos ateus que acabam contradizendo sua “fé” (ou falta dela). Josh descobre que o professor Mr. Radisson tornou-se ateu depois do falecimento da sua mãe. No terceiro e ultimo encontro ele acaba convencendo toda a turma na existência de Deus.  O filme também apresenta vários outros personagens que enfrentam situações parecidas com a de Josh, e que tentam de todas as maneiras provar a existência de Deus.

Um filme inspirador para os cristãos, daqueles que nos transforma, muda algo dentro de nós. Uma reafirmação da nossa fé cristã. Para os ateus, penso eu, uma provocação de suas crenças que talvez possibilite eles olharem a vida por outro ângulo.

Comentários